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Casos · Media intelligence

Plano omnicanal confidencial

Uma arquitetura neutra em relação aos meios que coordena pontos de contacto clássicos, digitais e próprios sob uma única direção.

Nota de caso anônima. Nenhum nome de cliente, nenhum logotipo, nenhum número e nenhuma condição reservada — apenas método publicável.

Contexto

De onde partimos

Uma presença fragmentada

A organização comunicava em vários canais de forma independente, com mensagens nascidas em momentos diferentes e que nunca dialogavam entre si. Cada superfície tinha a sua própria lógica, o seu próprio ritmo e a sua própria voz, sem um desenho comum que as mantivesse unidas.

Decisões sem mapa

As escolhas de presença eram feitas em cima dos prazos, com base no que estava disponível e não no que era realmente necessário. Faltava uma leitura de conjunto que explicasse por que razão um canal devia existir e que papel lhe cabia ao lado dos outros.

Desafio

O nó a desatar

Coerência sem uniformidade

Era preciso um plano que tornasse a presença reconhecível em todo o lado, sem achatar as especificidades de cada canal. O desafio era manter juntas uma direção comum e a liberdade de adaptação à linguagem própria de cada superfície.

Neutralidade face às ferramentas

O plano não podia depender de uma única plataforma ou tecnologia. Tinha de permanecer válido mesmo que os canais mudassem, que novos se abrissem ou que os existentes evoluíssem nas suas regras.

O processo

Como trabalhámos

1
Mapeamento

Reconstruímos toda a presença existente, canal a canal, para perceber o que cada superfície dizia e a quem se dirigia.

2
Definição de papéis

Atribuímos a cada canal uma tarefa clara dentro do percurso, distinguindo onde se capta a atenção, onde se aprofunda e onde a relação se converte.

3
Arquitetura da mensagem

Construímos uma estrutura narrativa única, capaz de se declinar em cada superfície mantendo a mesma direção de fundo.

4
Regras de orquestração

Definimos como e quando os canais passam o testemunho, para que a presença resultasse contínua em vez de compartimentada.

Um percurso por fases, da leitura do existente ao desenho operacional.

O que construímos

As ferramentas entregues

01

Um mapa dos canais

Um quadro único que mostra cada superfície, o seu papel e a forma como se liga às outras, legível num relance.

Permite perceber num instante por que existe um canal e o que se espera dele.
02

Uma estrutura narrativa portante

Um arcabouço de mensagem que se mantém reconhecível em todo o lado e se adapta à linguagem de cada superfície sem perder coerência.

O mesmo fio condutor reconhece-se em canais muito diferentes entre si.
03

Regras de passagem entre superfícies

Indicações claras sobre como os canais se apoiam mutuamente, evitando repetições e vazios ao longo do percurso.

Quem encontra a presença num canal reencontra continuidade no seguinte.
Leitura TMM

O que este trabalho nos diz

O plano vem antes da ferramenta

Quando a presença nasce de um desenho claro, as ferramentas tornam-se intercambiáveis e o trabalho permanece sólido mesmo quando o contexto muda. É exatamente para isso que serve a media intelligence: ler antes de escolher.

A coerência é uma decisão, não um acaso

Uma presença reconhecível não é fruto da sorte, mas de regras pensadas com antecedência. Definir papéis e passagens entre canais é o que transforma uma soma de superfícies num sistema.

FAQ

Perímetro publicável

Porque é que este caso é contado de forma anónima?

Por respeito pelo trabalho partilhado, descrevemos a abordagem e o método sem referências que possam remeter para uma realidade específica. O que conta aqui é o raciocínio, não a identidade.

O que se pode replicar deste percurso?

A lógica de leitura dos canais, a atribuição de papéis e as regras de orquestração são princípios transferíveis. Os detalhes operacionais e qualquer elemento reservado ficam fora do relato.

Um problema parecido?