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IA de front office · Responder · Captar · Agir

Vokira: a IA que comanda o seu front office — e age

A Vokira não é um chatbot que inventa. É a inteligência que responde quando você não pode, capta cada contacto, faz avançar as suas operações do dia a dia e — quando uma pessoa é necessária — passa o testemunho com o resumo já preparado. Construída sobre os seus conteúdos reais, mantém clientes e unidades separados e fala a língua de quem o contacta. Distribuída pela Tailor Made Media (TMM).

O problema

O front office é onde se ganham ou se perdem clientes — e quase ninguém o comanda bem

Todos os dias a sua empresa recebe as mesmas perguntas: horários, disponibilidade, preços indicativos, estado de uma encomenda, «posso reservar?», «como funciona?». Parecem triviais. Mas é exactamente ali, nos primeiros segundos de contacto, que um potencial cliente decide se fica ou se vai embora. O canal telefónico revela um problema maior do que a maioria imagina: muitas chamadas perdidas nunca são devolvidas, e parte de quem não recebe resposta contacta antes um concorrente. A isto soma-se um problema silencioso: o conhecimento da empresa está disperso. Vive na cabeça de uma pessoa, num PDF, num e-mail antigo, numa folha de cálculo. Quando o front office não tem à mão a informação certa e atualizada, responde mal, responde tarde, ou não responde. E quando chega um pedido real — uma encomenda, uma reserva, um documento a preparar — fica muitas vezes parado ali, à espera de alguém que o faça avançar.

  • Negócios locais (serviços, profissionais, lojas, restaurantes, espaços) inundados de perguntas repetidas.
  • Empresas com várias unidades que precisam de respostas coerentes mas específicas de cada unidade.
  • Equipas comerciais e de serviço que não querem perder contactos nas horas de ponta.
  • Agências e grupos que gerem vários clientes que precisam de manter bases de conhecimento e dados estritamente separados (multi-workspace).
  • Quem já ficou desiludido com um «chatbot» antes: respostas inventadas, nenhum controlo, clientes irritados.

Para quem é: negócios locais, empresas com várias unidades, equipas comerciais e de serviço, agências e grupos que gerem vários clientes— e quem já ficou desiludido com um chatbot.

Para quem NÃO é (honestidade acima de tudo). A Vokira não é um brinquedo para ligar e esquecer, e não promete substituir as pessoas. É pensada para quem quer um front office assistido por IA mas guiado por humanos, ancorado no seu próprio material, com regras claras sobre o que a IA pode fazer sozinha e quando uma pessoa deve intervir. Nas ações que contam — pagamentos, envios externos, operações delicadas — a Vokira não age por sua iniciativa: primeiro resume e pede confirmação.

O que significa

O que significa — explicado de forma simples, com analogias

Deixemos de lado o jargão. Eis o que é a Vokira, em palavras simples que qualquer um percebe.

É como um recepcionista que tem sempre à mão o manual da empresa atualizado

Um bom recepcionista não inventa as respostas — lê do manual da empresa. A Vokira faz exatamente isso. Responde a partir dos seus conteúdos reais — documentos, páginas, políticas, tabelas de preços que lhe dá. E quando uma pergunta está «fora do manual», não improvisa: passa o testemunho a uma pessoa, entregando já o resumo. O termo técnico é conhecimento governado; na prática significa simplesmente «responde sobre o que sabe, e sobre o que não sabe chama um humano».

É como uma central que nunca encaminha quem liga para o atendedor de chamadas

O atendedor de chamadas é onde os clientes morrem: a maioria de quem lá chega nunca volta a ligar. A Vokira foi feita para responder quando você não pode, por texto e — ao telefone — também ao vivo, percebendo e falando a língua de quem liga. Não para substituir a sua voz, mas porque um contacto que não espera é um contacto perdido.

É como um colega que não se limita a responder — faz o trabalho avançar

Aqui está a verdadeira diferença. A Vokira não para na resposta: transforma um contacto em algo concreto. Uma chamada torna-se um novo contacto registado; um pedido torna-se uma tarefa a acompanhar; «gostaria de reservar» ou «gostaria de encomendar» torna-se uma marcação ou uma encomenda iniciada; um documento pedido torna-se um rascunho pronto. Sempre dentro das suas regras, e com confirmação antes de qualquer ação delicada.

É como ter uma gaveta fechada separada para cada cliente ou unidade (multi-workspace)

Se gere várias unidades ou clientes, o risco é que a informação se misture. Com a Vokira, cada cliente e cada unidade tem a sua própria gaveta separada: a mesma inteligência, mas o conhecimento e os dados nunca se tocam nem se misturam. Uma única plataforma, muitas bases isoladas.

É como um colega que lhe passa o processo com a nota já escrita

O que os clientes mais odeiam nos bots é ter de repetir tudo do zero quando finalmente aparece uma pessoa real. Com a Vokira não: quando passa uma conversa para um agente humano, entrega a transcrição completa e um resumo do problema. Como um colega que lhe diz em duas linhas: «é disto que se trata, comece por aqui».

Vokira Web

A Vokira Web é a instância web da Vokira — o assistente com quem já pode falar na página inicial da TMM: a mesma inteligência, na web.

Como o fazemos

Como funciona — passo a passo

O nosso princípio é simples e declarado: partimos do problema, não da ferramenta. Eis como se constrói um front office Vokira com a TMM.

Como o fazemos

Sai · Resultado

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1. Brief — partimos do seu problema

Não vendemos uma plataforma; ouvimos. Que perguntas chegam mais vezes? Onde perde contactos? O que deve a IA poder fazer sozinha, e quando deve uma pessoa intervir? O brief é sempre o ponto de partida.

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2. Construímos o conhecimento sobre os seus conteúdos reais

Reunimos e organizamos as suas fontes verdadeiras — documentos, páginas, políticas, tabelas de preços, FAQ internas — numa base de conhecimento governada. É isto que permite ao assistente responder ancorado nos factos, não «de memória». É o mecanismo padrão que reduz as respostas inventadas: recuperar de fontes controladas.

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3. Configuramos o assistente e os canais

Definimos tom, âmbito, idiomas e comportamento. O assistente percebe a intenção, mantém o contexto da conversa e responde por texto e — onde está no âmbito — também ao telefone. O fluxo de voz é o padrão do setor: ouvir, transcrever, interpretar a intenção, responder, em segundos, na língua de quem liga.

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4. Ligamos as ações operacionais

Decidimos em conjunto o que a Vokira pode fazer além de responder: registar um contacto, abrir uma tarefa de acompanhamento, iniciar uma marcação ou uma encomenda, preparar o rascunho de um documento. As ações que contam — pagamentos, envios externos, operações delicadas — passam sempre por um resumo e uma confirmação explícita antes de serem executadas.

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5. Definimos a passagem para o humano (human handoff)

Decidimos em conjunto quando a Vokira deve parar e chamar uma pessoa: temas sensíveis, casos fora do manual, pedidos explícitos. Na passagem, o agente recebe transcrição e resumo, entrando já em contexto. É a boa prática reconhecida: IA assistida, guiada por humanos.

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6. Multi-workspace para clientes e unidades

Se precisar de várias unidades ou clientes, ativamos workspaces separados, cada um com conhecimento, configuração e dados isolados. Nenhuma contaminação entre bases de conhecimento.

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7. Governação e melhoria contínua

Cada interação e cada ação é rastreável. Revemos o que funciona, onde o assistente deve passar o testemunho, o que acrescentar ao conhecimento. A Vokira não é um projeto de «pôr e esquecer»: cresce com a empresa. Privacy by design: é concebida para a conformidade com o RGPD, com controlos de acesso, registos das interações, dados separados por workspace e regras claras sobre quem vê o quê.

Software house — su misura, costruito da noi
Uma camada operacional construída como um produto: palavras entram, trabalho sai.
Capabilities

Casos de uso — problema, método, resultado

Exemplos anonimizados e qualitativos. Sem nomes de clientes, sem números históricos.

Demasiadas perguntas repetidas sufocam a equipa

O front office passa o dia a responder às mesmas 20 perguntas, enquanto os casos realmente importantes se acumulam. Método: um assistente construído sobre conhecimento governado que cobre as perguntas padrão e passa os casos fora do manual a um humano.

Menos tempo em perguntas de rotina, pessoas livres para se concentrarem nos casos que realmente importam.

Os pedidos chegam, mas ninguém os faz avançar

Quem liga quer reservar ou encomendar, mas o pedido fica a meio até alguém o pegar — e às vezes perde-se. Método: o assistente não se limita a responder, inicia a operação (contacto, marcação, encomenda, rascunho de documento), pedindo confirmação onde é preciso.

O contacto transforma-se em ação concreta no mesmo momento, não horas depois.

Empresa com várias unidades e respostas incoerentes

Cada unidade dá respostas diferentes, e a informação de uma «contamina» a de outra. Método: um workspace separado por unidade, cada um com o seu próprio conhecimento e os seus próprios dados isolados.

Cada unidade responde com a sua própria verdade, sem misturar nada, tudo sob um comando central.

Agência que gere vários clientes

Fazer funcionar a IA para muitos clientes diferentes torna-se ingerível, com alto risco de misturar bases de conhecimento. Método: arquitetura multi-workspace — uma só ferramenta, conhecimento e dados totalmente isolados por cliente.

A mesma inteligência ao serviço de muitos clientes, sem contaminação e com governação central.

Front office que desmorona nos picos

Nas horas de ponta os contactos acumulam-se e alguém fica sem resposta. Método: o assistente absorve o primeiro contacto e, onde é preciso um humano, passa o testemunho com o resumo já preparado.

Nenhum contacto deixado a si mesmo, e o agente entra já com o contexto em mãos.
FAQ

Perguntas frequentes

Numa frase, o que é a Vokira?

É a IA que comanda o seu front office: responde às perguntas dos clientes a partir dos seus conteúdos reais, capta cada contacto, faz avançar operações diárias (como iniciar uma reserva, uma encomenda ou o rascunho de um documento) e, quando uma pessoa é necessária, passa o testemunho com um resumo pronto. A diferença em relação a um «chatbot» é que responde ancorada nos seus conteúdos e age dentro de regras claras, não ao acaso.

Como funciona ao telefone?

Quando o canal telefónico está no âmbito, o fluxo é simples: o assistente ouve, transcreve o que diz, interpreta a intenção e responde, em segundos e na língua de quem liga. Responde a partir do conhecimento governado da empresa e, quando é preciso, passa a chamada a uma pessoa.

A IA pode inventar as respostas? Como o evitam?

É a preocupação mais legítima. A Vokira responde a partir das fontes reais da empresa (conhecimento governado): quando não sabe, não improvisa — capta o pedido e passa-o a um humano. É o mecanismo padrão para reduzir as respostas inventadas: recuperar de fontes controladas em vez de «adivinhar».

A Vokira age sozinha? E se errar uma ação importante?

A Vokira executa as operações que ativar, mas nas ações que contam — pagamentos, envios externos, operações delicadas — nunca arranca sem confirmação: primeiro mostra-lhe um resumo do que está prestes a fazer, e só age se estiver autorizada. Onde algo a bloqueia, prepara um rascunho e indica o passo seguinte, em vez de causar danos.

Como acontece a passagem para um agente humano?

Definimos as regras em conjunto: quando a Vokira deve parar (temas sensíveis, casos fora do manual, pedido explícito do cliente). Na passagem, o agente recebe a transcrição completa e um resumo do problema, para que o cliente não tenha de repetir nada. É a abordagem «IA assistida, guiada por humanos».

É segura para os meus dados e concebida para o RGPD? Giro vários clientes ou unidades: mistura-se tudo?

É concebida com privacy by design e para a conformidade com o RGPD: controlos de acesso, registos das interações, separação de dados por workspace e regras claras sobre quem pode ver o quê. E não, nada se mistura: a Vokira é multi-workspace, por isso cada cliente e cada unidade tem conhecimento, configuração e dados isolados, sem qualquer contaminação.

Conte-nos o problema. Construímos o brief, não a propaganda.

A melhor forma de saber se a Vokira lhe serve é partir do seu front office real: que perguntas chegam, onde perde contactos, o que a IA deve fazer sozinha e quando uma pessoa deve intervir. Sem promessas de caixa fechada, sem preços ao acaso: primeiro o problema, depois uma solução construída sobre as suas fontes.

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